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	<title>MktTV</title>
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	<description>A MktTV é a criadora do MktTV MediaSpace, um serviço inovador para gerenciar o seu acervo de vídeo, áudio, fotos e documentos. Acesse seu conteúdo de qualquer lugar e publique-o facilmente aonde ele possa trazer lucros para o seu negócio.</description>
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		<title>MktTV na Broadcast &amp; Cable &#8217;10</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 23:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[broadcast & cable 2010]]></category>
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		<description><![CDATA[A MktTV estará presente na Broadcast &#38; Cable &#8217;10, a maior feira de engenharia, produtos e serviços para televisão da América Latina. Eu e o Aloysio Junqueira estaremos das 13:00 as 20:00 no evento que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo-SP. Além de visitar o evento, conhecer as novidades, xeretar a concorrência, rever os parceiros e os amigos do ramo e cuidar dos nossos clientes, estaremos a disposição para atender você e demonstrar, in-loco, todo o poder <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/mkttv-na-broadcast-cable-10"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/bec2010.png" rel="lightbox[628]"><img class="alignleft size-full wp-image-631" title="Broadcast &amp; Cable 2010" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/bec2010.png" alt="" width="218" height="145" /></a>A MktTV estará presente na <a title="Broadcast &amp; Cable '10" href="http://www.broadcastcable.com.br/" target="_blank">Broadcast &amp; Cable &#8217;10</a>, a maior feira de engenharia, produtos e serviços para televisão da América Latina. Eu e o Aloysio Junqueira estaremos das 13:00 as 20:00 no evento que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo-SP. Além de visitar o evento, conhecer as novidades, xeretar a concorrência, rever os parceiros e os amigos do ramo e cuidar dos nossos clientes, estaremos a disposição para atender você e demonstrar, <em>in-loco</em>, todo o poder e engenhosidade do MktTV MediaSpace, do MktTV MQS e de suas poderosas integrações. Entre em contato com a gente para marcarmos um encontro. Você pode ligar a qualquer momento nos telefones <strong>(11) 9197-7531</strong> ou <strong>(11) 9403-1827</strong>. Estaremos prontos para atendê-lo!</p>
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		<title>Amazon Sat lança novo portal com tecnologia Ooyala e estende a parceira com a MktTV</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 22:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clientes]]></category>
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		<description><![CDATA[Em julho de 2010 a Amazon Sat estendeu a sua carteira de serviços com a MktTV com o lançamento do seu novo portal de vídeos, o Portal Amazon Sat. Em um movimento inédito na indústria broadcast brasileira, a MktTV é a primeira empresa a oferecer uma solução end-to-end que vai desde a gestão do conteúdo broadcast até a publicação do conteúdo na internet e para dispositivos móveis como o iPhone e iPad. O novo portal é implementado com a plataforma <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/amazonsat-ooyala-mkttv"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/amazonsat.png" rel="lightbox[611]"><img class="alignleft size-full wp-image-620" title="Amazon Sat" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/amazonsat.png" alt="" width="218" height="145" /></a>Em julho de 2010 a Amazon Sat estendeu a sua carteira de serviços com a MktTV com o lançamento do seu novo portal de vídeos, o <a title="Portal Amazon Sat" href="http://mkttv.net/pamsatb" target="_blank">Portal Amazon Sat</a>. Em um movimento inédito na indústria broadcast brasileira, a MktTV é a primeira empresa a oferecer uma solução end-to-end que vai desde a gestão do conteúdo broadcast até a publicação do conteúdo na internet e para dispositivos móveis como o iPhone e iPad. O novo portal é implementado com a plataforma Backlot, da Ooyala, e o conteúdo é disponibilizado aos usuários através da Akamai, representada no Brasil pela Exceda. O Backlot é completamente integrado ao MktTV MediaSpace, fazendo com que a publicação de conteúdo seja rápida e fácil.<br />
<span id="more-611"></span><br />
A MktTV tornou-se a primeira empresa brasileira a oferecer uma solução integrada que cobre toda a cadeia de valor do conteúdo multimídia. A oferta inclui:</p>
<ol>
<li><a title="Conheça o MktTV MediaSpace" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mediaspace">MktTV MediaSpace</a>: um DAM      enterprise de ponta com recursos sofisticados e comercializado como      serviço.</li>
<li><a title="Ooyala" href="http://mkttv.net/ooyalab" target="_blank">Ooyala Backlot</a>: uma plataforma      de vídeos para a internet e dispositivos móveis completa que dispõe da      mais avançada ferramenta de relatórios e estatísticas do mercado.</li>
<li><a title="Akamai" href="http://mkttv.net/akamai" target="_blank">Akamai</a>: distribuição do      conteúdo multimídia através da CDN da Akamai, a maior e mais poderosa rede      de distribuição de conteúdo no mundo.</li>
<li>A integração robusta e      transparente entre todos os serviços.</li>
</ol>
<p><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/portal_amazonsat.png" rel="lightbox[611]"><img class="alignright size-medium wp-image-622" title="Portal Amazon Sat" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/portal_amazonsat-300x285.png" alt="" width="300" height="285" /></a>A Amazon Sat, canal por assinatura da região Norte do Brasil, é o cliente pioneiro desta inovadora solução. Tão inovadora quanto ele próprio! O Amazon Sat produz conteúdo regional de qualidade em cinco estados da região Norte. Com quase 100 programas no ar, o Amazon Sat é sem dúvida &#8216;a cara e a voz da Amazônia&#8217;, levando ao ar programas originais sobre os mais variados temas que vão desde a deliciosa culinária amazonense até as dicas de pesca em toda a região. O canal oferece gratuitamente na internet programas nas áreas de educação, entrevistas, especiais, esportes, informação, jornalismo e variedades.</p>
<p>Desde o seu lançamento, em 17 de julho de 2007, o Amazon Sat já publicou nada menos que 1.231 vídeos em seu portal. Como todo o ciclo de produção do conteúdo que vai ao ar no canal Amazon Sat passa pelo MktTV MediaSpace, a publicação para o novo portal é simples e muito rápida.</p>
<p>O motor por trás do Portal Amazon Sat é o <a title="Ooyala Backlot" href="http://www.ooyala.com/video-platform" target="_blank">Backlot</a>, plataforma de publicação de vídeos online da Ooyala, parceira da MktTV. O Backlot fornece ferramentas poderosas para publicação do conteúdo e para inserções publicitárias. A grande atração do Backlot é a sua sessão de relatórios e estatísitcas de audiência. Com a nova ferramenta, o Amazon Sat pode pela primeira vez saber que o maior mercado consumidor dos seus vídeos depois do Brasil é a Itália.</p>
<p>Os relatórios do Backlot indicam de forma precisa e em tempo real que o vídeo mais assistido é o que mostra uma regionalíssima receita de moqueca de tambaqui (veja abaixo), quanto desse vídeo as pessoas costumam assistir, quantas pessoas compartilharam o conteúdo no Twitter, Facebook, blogs e muitas, muitas outras informações.</p>
<p><div class="video"><script src="http://player.ooyala.com/player.js?deepLinkEmbedCode=9ndnNtMTrUC-lCVT-u9FRac6jJDZsffE&embedCode=9ndnNtMTrUC-lCVT-u9FRac6jJDZsffE&width=480&height=270&autoplay=0"></script></div><!-- .video --></p>
<p>Com dados estatísticos tão completos, os gestores de portfólio do canal podem decidir qual é o melhor momento para incluir publicadade nos vídeos, quais os tipos de conteúdo precisam ser destacados na página inicial, quais campanhas precisam ser formuladas e como o conteúdo gerenciado pelo MktTV MediaSpace pode ser melhor aproveitado nas mídias online.</p>
<p>A oferta integrada de serviços inclui ainda a entrega do conteúdo via Akamai. Quando o vídeo vai do MktTV MediaSpace para o Backlot, o arquivo de vídeo é distribuído pela Akamai. Isso garante acesso rápido e com a máxima qualidade tanto para os usuários da região Norte do Brasil quanto para os que procuram o conteúdo do canal em todo o mundo.</p>
<p><strong>Integrações que Geram Facilidades e Lucros</strong></p>
<p>Como todo o conteúdo produzido é gerenciado desde o estágio inicial através do MktTV MediaSpace, a publicação dos programas que vão ao ar no Portal Amazon Sat ocorrem com a máxima facilidade. Quando o produtor insere um novo programa no MktTV MediaSpace, os metadados do programa são colocados nesse momento. Depois disso, esses metadados são reaproveitados em todo o ciclo de vida do conteúdo.</p>
<p>Quando os gestores do portal decidem publicar um material no Backlot, eles só precisam de três cliques para completar o processo. Nada mais precisa ser digitado manualmente, pois a integração MktTV MediaSpace/Backlot entra em ação e envia o vídeo no formato esperado pela plataforma e cadastra junto com ele os metadados que foram inseridos pelo produtor. Do meio broadcast para a internet com retrabalho zero.</p>
<p>Além da eficiência total no publicação do conteúdo, o MktTV MediaSpace consulta constantemente os dados estatísticos do conteúdo na internet. Deste modo, os gestores do canal podem saber através de uma única interface de trabalho o desempenho do conteúdo na internet e decidir que tipo de conteúdo deve ser publicado ou quais estratégias de edição adotar para ampliar o consumo do conteúdo.</p>
<p><strong>Visão Inovadora</strong></p>
<p>Com ferramentas poderosas, investimento sob controle e muita inteligência, o novo Portal Amazon Sat é um exemplo de como os recursos antes disponíveis somente às grandes redes de TV de alcance nacional podem fazer parte da realidade de qualquer produtor de conteúdo cuja visão é uma só: obter lucro com o conteúdo.</p>
<p>Se você faz parte desse time, entre em <a title="Contato" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/contato">contato</a> com a MktTV. Ficaremos muito felizes em mostrar a você como tudo isso pode funcionar para alavancar ainda mais o seu negócio e o seu conteúdo.</p>
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		<title>FactoryArray e transcodificação escalável</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 08:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana passada falei sobre transcoders, em especial do FlipFactory, da Telestream, e de suas características pra lá de adequadas para a indústria de broadcast. Aproveitando que nessa semana acontece a Broadcast &#38; Cable 2010, a maior feira brasileira da área, vou um pouco mais a fundo no tema transcoders para tratar de dois assuntos importantes na agenda de engenharia de televisão: escalabidade e redundância. Tratarei em particular de load balancing groups (grupos de balancemento de carga) do FlipFactory e <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/factoryarray"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/telestream_post.png" rel="lightbox[583]"><img class="alignleft size-full wp-image-604" title="Telestream" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/telestream_post.png" alt="Logomarca Telestream" width="218" height="145" /></a>Na semana passada <a title="Transcodificação é para robôs" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/flipfactory">falei</a> sobre transcoders, em especial do FlipFactory, da Telestream, e de suas características pra lá de adequadas para a indústria de broadcast. Aproveitando que nessa semana acontece a <a title="Broadcast &amp; Cable 2010" href="http://www.broadcastcable.com.br/" target="_blank">Broadcast &amp; Cable 2010</a>, a maior feira brasileira da área, vou um pouco mais a fundo no tema transcoders para tratar de dois assuntos importantes na agenda de engenharia de televisão: escalabidade e redundância. Tratarei em particular de load balancing groups (grupos de balancemento de carga) do FlipFactory e do espelhamento do banco de dados, função do FactoryArray.<br />
<span id="more-583"></span><br />
Quando um processo é realmente importante ou de &#8216;missão crítica&#8217; em um contexto, vale a máxima &#8216;quem tem um não tem nenhum&#8217;. Mas antes de entrar nos pormenores disso, pedirei uma licença para conceituar (adoro <a title="Conceitos-chave no universo dos acervos – parte I" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-parte-i">conceitos</a>, já <a title="Conceitos-chave no universo dos acervos – parte II" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-%e2%80%93-parte-ii">perceberam</a>, né?!?). O que é afinal &#8216;missão crítica&#8217;? É qualquer fator (equipamento, processo, software, <em>homo sapiens</em> etc) essencial para a função principal (missão) de uma organização. Em um avião, a missão crítica é composta pelos sistemas essenciais para decolagem, manutenção do vôo e pouso da aeronave. Todos esses fatores são, na pior das hipóteses, duplicados. Existe apenas um que por razões de projeto e estatística não é assim: o leme. Os demais sistemas não-essenciais e tripulação de apoio (comissários) não são de missão crítica. Sem eles a aeronave pode decolar, voar e pousar em segurança.</p>
<p>A percepção de um elemento de missão crítica em uma operação nem sempre é óbvia. Pilotos e co-pilotos, por exemplo, nunca comem a <a title="Wikipedia: Technical Crew Meal" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Airline_meal#Technical_crew_meals">mesma coisa</a>. Isso evita que um alimento contaminado ou estragado afete toda a tripulação capaz de operar a aeronave com segurança.</p>
<p>A mesma coisa ocorre em diversas indústrias e o nível de criticidade das operações são diretamente proporcionais, nessa controversa ordem:</p>
<ol>
<li>Ao número de pessoas com risco de morte ou de ferimentos graves.</li>
<li>Ao volume de dinheiro envolvido.</li>
<li>À influência política.</li>
<li>Aos danos ao meio ambiente.</li>
</ol>
<p>Ou seja: se o seu negócio corre o risco de matar alguém, de fazer você perder muito dinheiro, de fazer com que você, o seu chefe e todos os seus superiores percam o emprego ou fiquem bastante encrencados ou de extinguir uma espécie, você tem nas mãos uma ou mais operações de missão crítica. De um ponto de vista conservador, a indústria de televisão se encaixa em pelo menos duas dessas premissas.</p>
<p>Deixando as polêmicas de lado, vamos voltar ao tema central do artigo.</p>
<h5>Escalabilidade e Redundância</h5>
<p>As vezes não basta produzir conteúdo. É preciso produzir muito conteúdo! Essa é a missão crítica de uma empresa de comunicação, de uma produtora de vídeos e de muitos outros negócios que lidam com conteúdo digital. Manter esse compromisso inalterado diariamente tende a ser uma coisa bastante complexa. E aí entra a escalabilidade, ou a capacidade que um sistema possui de crescer de modo transparente com a adição de mais recursos para uma dada tarefa. Quando estamos falando de transcodificação, o FlipFactory é imbatível nesse quesito.</p>
<p>Um dos opcionais do FlipFactory é o recurso de load balancing groups, ou grupos de balanceamento de carga. Quando você possui dois ou mais servidores rodando o FlipFactory com esse opcional habilitado, o load balancing permite que você distribua todos os trabalhos de transcodificação nos diferentes servidores disponíveis. Ele automaticamente &#8216;escolhe&#8217; o servidor que possui mais recursos disponíveis e envie o trabalho para esta máquina. O volume de conteúdo aumentou? Sem problemas. Basta adicionar outro servidor à infraestrutura e ele passa a ser usado como mais um recurso de transcodificação de modo automático e transparente. Ninguém vai perceber que existe outro servidor, só que os trabalhos estão ficando prontos mais rapidamente.</p>
<p>Um outro recurso do load balancing do FlipFactory é a redundância automática. Suponha que por uma razão qualquer &#8211; uma fonte queimada, por exemplo &#8211; o quarto servidor do grupo de balanceamento parou e nele estavam sendo processados quatro trabalhos. Mais uma vez, sem problemas. Os servidores que ficaram no grupo &#8216;percebem&#8217; que um servidor se foi e que nele haviam quatro trabalhos em execução. Automaticamente ocorre a realocação desses trabalhos nos demais servidores disponíveis, sempre levando em conta os limites de cada um. E novamente ninguém percebeu que houve um problema.</p>
<p>Aliás, esse é o grande &#8216;quê&#8217; de uma infraestrutura escalável: ela só é boa quando ninguém percebe que ela existe. Se perceberem, há grandes chances de que existam problemas. O mais comum deles é o subdimensionamento, ou recursos de menos para trabalho demais.</p>
<h5>Missão Crítica</h5>
<div id="attachment_602" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/FacotyArray_Overview.png" rel="lightbox[583]"><img class="size-medium wp-image-602" title="Visão geral do FactoryArray" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/FacotyArray_Overview-300x136.png" alt="" width="300" height="136" /></a><p class="wp-caption-text">Visão geral do FactoryArray (clique para ampliar, ©Telestream)</p></div>
<p>No método de instalação padrão do FlipFactory, o banco de dados usado para controlar e armazenar informações essenciais sobre os trabalhos de transcodificação roda no mesmo servidor que o Flip Engine. O Flip Engine é o processo &#8216;mestre&#8217; que monitora a existência de novos trabalhos, transfere arquivos, inicia os transcoders e faz todo o &#8216;trabalho sujo&#8217; em cada servidor. Mesmo quando você possui diversos servidores do FlipFactory em um ou mais grupos de balanceanento de carga, existe apenas um banco de dados controlando a turma toda. E quem tem um não tem nenhum, não é verdade?</p>
<p>Se qualquer um dos servidores FlipFactory que não rodem o banco de dados cair, problema zero, pois somente os recursos desse servidor deixarão de existir. Mas se o servidor que também roda o banco de dados parar, 100% de problemas, pois nada vai funcionar. Pois bem, &#8216;parar&#8217; é um verbo que simplesmente não existe no vocabulário da engenharia de televisão.</p>
<p>Para resolver essa &#8216;questão&#8217; é que existe o <a title="Conheça o FactoryArray da Telestream" href="http://mkttv.net/factoryarrayb" target="_blank">FactoryArray</a>, ou como eu acho mais apropriado chamar, o FADM (de FactoryArray Database Mirroring service, que numa tradução livre fica serviço de espelhamento de banco de dados FactroryArray). O FADM literalmente move o banco de dados para um servidor físico, chamado de primário, e constantemente duplica o banco de dados em um outro servidor físico, chamado de reserva (<em>standby</em>).</p>
<p>De modo bastante óbvio, já podemos perceber que o FactoryArray elimina o problema do único banco de dados. Depois que ele está instalado, qualquer um dos servidores FlipFactory pode cair por qualquer razão e isso não trará impacto para a sua infraestrutura de transcodificação. Os recursos de recuperação automática dos trabalhos em execução continuam exatamente como antes e os Flip Engines restantes vão realocar os processos automaticamente.</p>
<p>A grande vantagem do FADM fica evidente quando o servidor de banco de dados primário sai do ar por uma razão qualquer. Nesse momento, o servidor standby vai identificar a queda do primário e entrará em operação em uma fração de segundos. Todos os servidores FlipFactory conectados ao banco de dados não vão sequer perceber que houve uma queda. Para eles, é completamente transparente se é o servidor primário ou standby que está em operação. Eles só sabem que existe um banco de dados em operação. E ponto final.</p>
<p>O sistema em si é tão robusto que mesmo depois da recuperação do servidor primário você não precisa se preocupar em voltar o banco de dados pra ele, pois quando ele voltar a rodar, a troca de informações entre os dois servidores se dará imediatamente e o standby pode ficar rodando como primário indefinidamente até que alguma coisa aconteça com ele e o novo primário assuma. O importante aqui é notar que os transcoders que estão trabalhandoe  jamais vão deixar de ter um banco de dados disponível para utilizar.</p>
<h5>Nossas Recomendações</h5>
<p>A MktTV é a única empresa no Brasil com experiência em todos os serviços profissionais relativos aos sistemas FlipFactory com load balancing groups e FactoryArray. Nossa experiência nessa área nos levou a observações importantes sobre como tornar uma infraestrutura de transcodificação virtualmente infalível.</p>
<p>Com a adição dos load balacing groups e de servidores FactoryArray em uma infraestrutura, as chances de problemas estão próximas a zero, mas ainda existem. Observamos que um detalhe relativamente barato é necessário para uma estrutura de altíssima disponibilidade: o armazenamento também deve ser redundante, ou duplicado.</p>
<p>Quando o FlipFactory trabalha com balanceamento de carga, ocorre uma mágica interessante: todo o armazenamento de trabalhos em transcodificação é feito em um storage disponível via rede por meio de uma <a title="Wikipedia: SAN" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Storage_area_network" target="_blank">SAN</a> ou <a title="Wikipedia: NAS" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Network-attached_storage" target="_blank">NAS</a>. É essa característica que permite a recuperação dos trabalhos de um servidor que parou de responder. Mas e se esse storage compartilhado também sai do ar por um problema qualquer? Bem, todo o sistema para junto. O FADM não é uma solução para isso, pois ele cuida somente do banco de dados.</p>
<p>Nossa recomendação nesse caso é baseada em uma das duas estratégias abaixo:</p>
<ol>
<li><strong>Duplicar o hardware de armazenamento:</strong> se você usar servidores de arquivos ou NAS para o volume de armazenamento compartilhado do FlipFactory, então a solução mais barata (veja um <a title="Netgear ReadyNAS 2100 2TB" href="http://netgear.com.br/Products/Storage/ReadyNAS2100/RNRX4450.aspx" target="_blank">exemplo</a> de baixo custo) e prática é ter dois equipamentos iguais configurados exatamente da mesma forma. Se um morrer, basta tirar os cabos e colocar no novo equipamento para tudo voltar a funcionar. Neste caso, os trabalhos que estavam em curso durante a parada do equipamento não vão voltar automaticamente, mas daí basta reexecutar os trabalhos. Se você usa o MktTV MediaSpace, isso não é problema.</li>
<li><strong>Provisionamento de volume SAN com hot spare:</strong> uma SAN é por natureza uma arquitetura de armazenamento robusta, segura e escalável. E por isso é naturalmente mais cara. Se você já possui uma SAN em sua organização, então a melhor estratégia e criar um volume com pelo menos um &#8216;<a title="Wikipedia: RAID Hot Spares" href="http://en.wikipedia.org/wiki/RAID#Hot_spares" target="_blank">hot spare</a>&#8216;. Quando um disco do volume falha, o &#8216;hot spare&#8217; (sobressalente) entra em ação para reconstruir o volume e evitar a perda de dados. Neste caso, os trabalhos em execução não são afetados pois o volume em uso é o mesmo. A troca de discos se dará, na maioria das vezes, de modo transparente para os servidores FlipFactory. Esse recurso dependem de suporte no hardware da SAN. Consulte o seu fornecedor de storage para saber se a sua infraestrutura de armazenamento suporta ou não esse recurso.</li>
</ol>
<h5>DAM Escalável e Disponível</h5>
<p>Para finalizar, não poderia deixar de falar como o <a title="Conheça o MktTV MediaSpace" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mediaspace">MktTV MediaSpace</a> se encaixa no meio de tudo isso que vimos acima.</p>
<p>Bem, o MktTV MediaSpace é um &#8216;usuário&#8217; da infraestrutura de transcodificação. Como tal e sendo pensado desde o princípio para ser <a title="Recursos Escassos, Possibilidades Infinitas" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mediaspace/recursos-possibilidades">escalável e disponível</a>, só há um jeito dele ver essa infraestrutura: de modo transparente.</p>
<p>Apesar disso, o MktTV MediaSpace &#8216;sabe&#8217; quantos transcoders uma infraestrutura possui. Isso determina quantos &#8216;slots&#8217; (posições de transcodificação) estão disponíveis. É trabalho do MktTV MediaSpace, via <a title="MktTV MQS" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mediaspace/mqs">MktTV MQS</a>, saber se um trabalho de ingest ou de publish pode ou não ser enviado imediatamente para transcodificação e, caso não possa, colocá-lo na fila até quando um slot estiver disponível.</p>
<p>Com esse nível de integração, o MktTV MediaSpace é a ferramenta perfeita para determinar gargalos na sua infraestrutura de transcodificação, já que a interface da fila mostrará em tempo real quantos trabalhos estão sendo transcodificados e quantos estão em espera. Ah! Eu comentei que esse é um recurso exclusivo do MktTV MediaSpace? Não? Pois é.</p>
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		<title>KickApps, a sua rede social particular</title>
		<link>http://www.mkttv.net/kickapps</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 07:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não é só dos novos parceiros que a gente gosta. Os antigos também são nossos queridinhos. E a KickApps é um deles. Já são dois anos de parceria e muitas alegrias nesse período. A KickApps é uma plataforma para redes sociais completa e &#8216;cheinha&#8217; de recursos. Com ela você pode ter a sua rede social particular e controlar todos os aspectos de interação entre os usuários da sua rede. Mas qual é a utilidade de uma rede social particular mesmo? <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/kickapps"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/04/kickapps.png" rel="lightbox[575]"><img class="alignleft size-full wp-image-324" title="KickApps" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/04/kickapps.png" alt="Logomarca KickApps" width="218" height="145" /></a>Não é só dos <a title="Ooyala, uma plataforma completa para vídeos online" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/ooyala">novos parceiros</a> que a gente gosta. Os antigos também são nossos queridinhos. E a <a title="KickApps" href="http://www.kickapps.com/" target="_blank">KickApps</a> é um deles. Já são dois anos de <a title="Parceiros" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mkttv/parceiros">parceria</a> e muitas alegrias nesse período. A KickApps é uma plataforma para redes sociais completa e &#8216;cheinha&#8217; de recursos. Com ela você pode ter a sua rede social particular e controlar todos os aspectos de interação entre os usuários da sua rede. Mas qual é a utilidade de uma rede social particular mesmo? Muitas,  tantas que eu não consigo nem enumerar todas. Por isso, vou falar apenas das que considero mais importantes.<br />
<span id="more-575"></span></p>
<p>Nos dias de hoje, é muito comum empresas terem páginas nas diversas redes sociais que existem por aí. A MktTV, por exemplo, tem páginas no <a title="MktTV no Facebook" href="http://www.facebook.com/pages/MktTV/132404020135612" target="_blank">Facebook</a>, no <a title="MktTV no LinkedIn" href="http://mkttv.net/linkedin" target="_blank">LinkedIn</a> e no <a title="MktTV no Twitter" href="http://mkttv.net/twitter" target="_blank">Twitter</a>. Outras empresas têm páginas no <a title="Orkut" href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a> e muitas outras redes. Isso é legal, marca presença da sua marca nessas redes pois isso aproxima as pessoas do seu negócio. Mas quando você tem uma página nessas redes, você está sujeito às regras das redes que você participa. Mais importante ainda, a sua marca e o seu negócio estão associados à marca e ao negócio dessas redes. Ou seja, você e a sua empresa são meros coadjuvantes. Secundários, por assim dizer.</p>
<p>Com a Kickapps é diferente. A rede social é sua. Só sua. É você quem diz o que pode e o que não pode, qual conteúdo é permitido, quais comunidades podem ou não ser criadas. Enfim, você deixa de ser secundário e passa a ser o ator principal da sua própria rede. Mais ainda: a única marca que aparece é a sua. A exposição do seu negócio é total.</p>
<p>Para uma rede social dar certo e fazer sucesso, duas coisas são necessárias: pessoas e conteúdo. A KickApps é um facilitador para você obter as duas coisas. Com diversas ferramentas de conteúdo disponíveis, os usuários da sua rede social podem publicar vídeos, fotos, áudio, escrever em seus blogs particulares ou fórums de discussão, criar comunidades e muito mais. Isso resolve a parte do conteúdo.</p>
<p>Quando as pessoas começam a colocar conteúdo associado à sua marca, produto ou serviço, ela vão querer que outras vejam. Aí começa um outro lado das redes sociais: a troca de conteúdo. A KickApps possui as mais diversas ferramentas para isso. E todas muito fáceis de usar. Você pode permitir que seus usuários utilizem os feeds RSS para publicar o conteúdo em outros blogs, compartilhar o conteúdo no Facebook, Twitter, Orkut e mais um montão de lugares. E aí a roda do marketing viral começa a girar. Quanto mais gente entra, mais gente aparece. É uma progressão bem simples.</p>
<p>Uma outra vantagem de possuir uma rede social é a facilidade e rapidez com a qual você implementa campanhas, seja as institucionais, seja as de varejo para o lançamento de um produto ou serviço. Como você controla a rede, deixe seus publicitários definir a estratégia de marketing. Quando tudo estiver pronto para ir ao ar, faça o estardalhaço que quiser na hora do lançamento. Crie e publique vídeos promocionais, crie grupos específicos para a campanha, encoraje os usuários a fazer mashups (ou a arte de criar coisas novas a partir de coisas já existentes), enfim. A sua rede social pode ser tanto o suporte quanto o pilar da sua campanha. É a sua estratégia de marketing que vai definir isso.</p>
<p><div class="video"><!-- first try Flash: -->
<object width="691" height="384" id="kickWidget_764_340410" type="application/x-shockwave-flash" data="http://serve.a-widget.com/service/getWidgetSwf.kickAction">
<!-- Firefox uses the 'data' attribute above, IE/Safari uses the param below -->
   <param name="movie" value="http://serve.a-widget.com/service/getWidgetSwf.kickAction"></param>
   <param name="FlashVars" value="affiliateSiteId=764&amp;widgetId=340410&amp;width=900&amp;height=500&amp;playOnLoad=0&amp;autoPlay=0&amp;revision=10" ></param>
   <param name="wmode" value="transparent" ></param><param name="allowFullScreen" value="true" ></param>
   <param name="allowScriptAccess" value="always" ></param>
   <!-- fall back to html5 video tag for Flash-less devices -->
   <!-- warning: playback does not work on iPad/iPhone if you include the poster attribute! fixed in iOS4.0 -->
   <video width="640" height="360" controls preload="none">
      <!-- MP4 must be first for iPad! -->
      <source src="http://api.kickapps.com/rest/resource/VIDEO/951669/764" type="video/mp4" /><!-- WebKit video -->
   </video>
</object></div><!-- .video --></p>
<h5>Um Caso Real</h5>
<p>Em 2008, a <a title="Clientes" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/clientes">Johnson &amp; Johnson</a> nos procurou em busca de uma solução inovadora para a campanha que todos os anos escolhe o Bebê Johnson’s. Ela estava decidida a fazer algo inovador. E a nossa proposta para atender à demanda, óbvio, foi a KickApps. Funcionou assim: durante quatro meses a campanha teve merchants (inserções comerciais no meio de programas de TV) a cada 15 dias no programa Calderião do Huck, da Rede Globo. Nessas promos, o Luciano convidava os papais e a as mamães a publicarem fotos e vídeos de seus pimpolhos na rede social particular da Johnson &amp; Johnson, que se chamava Mundo Mais Bonito.</p>
<p>Foi um estrondo! A cada 15 dias o pessoal da <a title="Tribo Interactive" href="http://www.tribointeractive.com.br/" target="_blank">Tribo Interactive</a>, agência que a J&amp;J contratou para desenvolver o site da campanha e para moderar o conteúdo que chegava, tinha que lidar com milhares de fotos e vídeos novos, aprovando e reprovando o conteúdo com base no regulamento da promoção e das políticas internas da J&amp;J. Aliás, esse é um ponto chave ao ter a sua rede social: no caso dos Facebook da vida, o conteúdo é deles. No caso da KickApps, o conteúdo é seu e ponto final, a menos que você decida dizer o contrário nos termos do serviço, o que você tem total liberdade para fazer quando quiser.</p>
<p>Para se ter idéia do sucesso que foi a campanha, soubemos de casos onde os pais que contrataram pessoas para ficar entrando e votando nas fotos e vídeos de seus filhos para aumentar o número de visualizações e votos. Não leram o regulamento. Isso não valia nada para a escolha e o recurso de votação acabou sendo retirado posteriormente. Mais um benefício de uma rede social particular, tirar e colocar recursos conforme a necessidade.</p>
<p>A campanha da J&amp;J foi emblemática em muitos aspectos. Foi a primeira vez que a J&amp;J fez uma campanha com vídeo na internet. Em número de acessos, ela atingiu a marca histórica até para os padrões da KickApps, de 1,7 milhões de pageviews/dia. Foi algo incrível! Sucesso completo.</p>
<h5><strong>Redes Sociais Começam Com Seus Funcionários</strong></h5>
<p>Outra aplicações de uma rede social começam dentro da sua empresa, com os <a title="KickApps Enterprise" href="http://www.kickapps.com/solutions/solutions-for-employees" target="_blank">seus funcionários</a>. Ela pode servir para você integrar e fomentar a participação dos seus colaboradores em campanhas internas, aumentar a troca de informação entre as áreas, diminuir custos de comunicação interna e muitos outros usos. <a title="Clientes da KickApps em Destaque" href="http://www.kickapps.com/customer-spotlight" target="_blank">Diversas empresas</a> da Fortune 1.000 utilizam a plataforma KickApps como uma ferramenta de comunicação corporativa segura, eficiente, veloz e fácil de usar.</p>
<h5>Felxibilidade por Todos os Lados</h5>
<p>Sejam campanhas, ações permanentes ou redes corporativas, a KickApps dispõe de uma vasta gama de recursos que atendem de modo preciso às mais diversas necessidades. O time-to-market (ou tempo que você precisa para colocar seu rede social no ar) pode ser tão curto quanto uma semana se você usar apenas as ferramentas básicas. Essas ferramentas incluem o poderoso <a title="KickApps AppStudio" href="http://www.kickapps.com/applications/app-studio" target="_blank">AppStudio</a>, onde você pode criar livremente e sem depender de ninguém os seus aplicativos sociais e widgets para usar na sua rede ou disponibilizar para seus usuários colocarem em outras redes.</p>
<p>Se a sua demanda é mais complexa e você quer integrar a sua rede com outras ferramentas web já existentes, você pode utilizar as APIs de desenvolvimento da KickApps. Aí o céu é o limite. Você pode ir desde o login unificado entre as suas propriedades na web (conhecido como Single Sign On, ou SSO) até a personalização completa da experiência do usuário. Cada recurso disponível em toda a plataforma é exposto para a sua equipe de design e desenvolvimento fazer o que quer que o seu negócio precise.</p>
<h5>Desenvolvedores Felizes</h5>
<p>Quer deixar um desenvolvedor feliz? Entregue um manual pra ele. E a KickApps faz isso. Ela possui um <a title="KickDeveloper" href="http://www.kickdeveloper.com/" target="_blank">site para desenvolvedores</a> com muita documentação técnica sobre cada uma das APIs, exemplos de código e dicas avançadas para o pessoal de design e de marketing. Esse tipo de material é outro na mão das pessoas inteligentes que a sua empresa certamente possui.</p>
<h5>Faça um Test Drive Agora</h5>
<p>Não perca tempo! Aproveite agora mesmo e crie uma <a title="Cria uma conta de demonstração na KickApps" href="http://mkttv.net/kademo" target="_blank">conta de demonstração</a> para você experimentar os recursos exclusivos da plataforma KickApps. E conte com a MktTV para ajudar você em todas as fazes do projeto e do ciclo de vida da próxima e definitiva rede social que você vai entrar: a sua!</p>
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		<title>Ooyala, uma plataforma completa para vídeos online</title>
		<link>http://www.mkttv.net/ooyala</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 04:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parceiros]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[backlot]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
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		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
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		<category><![CDATA[ooyala]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo online]]></category>

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		<description><![CDATA[Em junho passado inauguramos uma parceria inédita. A MktTV representa no Brasil a Ooyala, um líder em tecnologia para vídeos online que dispõe de ferramentas avançadas para estatísticas e comercialização de conteúdo. Sua plataforma de vídeos online, o Backlot, oferece aos produtores uma visão profunda e precisa de todo o ciclo de vida do conteúdo que impulsiona o consumo dos espectadores e os lucros com o acervo. A Ooyala está presente em centenas de companhias de mídia globais e de <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/ooyala"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/ooyala.png" rel="lightbox[556]"><img class="alignleft size-full wp-image-442" title="Ooyala" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/ooyala.png" alt="Logomarca Ooyala" width="218" height="145" /></a>Em junho passado inauguramos uma parceria inédita. A MktTV representa no Brasil a <a title="Ooyala" href="http://www.ooyala.com/" target="_blank">Ooyala</a>, um líder em tecnologia para vídeos online que dispõe de ferramentas avançadas para estatísticas e comercialização de conteúdo. Sua plataforma de vídeos online, o <a title="Ooyala Backlot" href="http://www.ooyala.com/video-platform" target="_blank">Backlot</a>, oferece aos produtores uma visão profunda e precisa de todo o ciclo de vida do conteúdo que impulsiona o consumo dos espectadores e os lucros com o acervo. A Ooyala <a title="Ooyala: Clientes" href="http://www.ooyala.com/customers" target="_blank">está presente</a> em centenas de companhias de mídia globais e de outras indústrias que incluem Telegraph Media Group, Fremantle Media, Johnson &amp; Johnson, Vans, Endemol, Vice Magazine, Glam Media e Electronic Arts.<span id="more-556"></span></p>
<p><div class="video"><script src="http://player.ooyala.com/player.js?height=206&deepLinkEmbedCode=Q3bDhiMToizUftOQiS8wT2R_10ISPlD2&width=689&embedCode=Q3bDhiMToizUftOQiS8wT2R_10ISPlD2"></script></div><!-- .video --></p>
<p>O Backlot da Ooyala é uma plataforma completa para publicação de vídeos online fácil de usar e com recursos avançados para gerenciar o conteúdo publicado. Dentre os recursos avançados do Backlot, destacamos:</p>
<ul>
<li><a title="Ooyala: Relatórios e Análises" href="http://www.ooyala.com/videoplatform/analytics" target="_blank"><strong>Relatórios e Análises</strong></a><strong>:</strong> a Ooyala é o líder em ferramentas analíticas para vídeos online. Com dados em tempo real, os produtores de conteúdo têm acesso a dados críticos sobre a audiência dos vídeos ao vivo ou em sob demanda, canais, listas de reprodução e publicidade. Com integração completa via API, fica fácil fazer o download dos dados analíticos para análise posterior.</li>
<li><strong><a title="Ooyala: Publicidade e Pagamentos" href="http://www.ooyala.com/videoplatform/monetization" target="_blank">Comercialização</a>:</strong> com a Ooyala é fácil fazer dinheiro com o seu conteúdo. O Backlot possui um poderoso servidor de publicidade desenvolvido pela própria Ooyala. A plataforma também suporta publicidade em pre-roll (antes do vídeo), post-roll (depois do vídeo), in-stream (durante o vídeo) e overlay (sobre o vídeo). Mais de uma dúzia de redes de publicidade também estão disponíveis na plataforma. No campo dos pagamentos por parte da audiência, o Backlot está integrado com o Paypal, Amazon Payments e Google Checkout para modelos pay-per-view e de assinaturas.</li>
<li><strong>Adaptação de Banda:</strong> o player de vídeo da Ooyala detecta a largura de banda e outras características do sistema de cada usuário para ajustar a qualidade de entrega do vídeo (bitrate). Isto minimiza as esperas (buffering) e aumenta a qualidade dos vídeos assistidos. A adaptação de banda funciona tanto para vídeo ao vivo quanto para sob demanda. A rede de entrega de conteúdo padrão é a <a title="Parceiros" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mkttv/parceiros">Akamai</a>, mas o cliente pode escolher qual rede utilizar ou mesmo ter uma estratégia com múltiplas redes de entrega de conteúdo.</li>
<li><strong><a title="Ooyala: Streaming Ao Vivo" href="http://www.ooyala.com/videoplatform/livestreaming" target="_blank">Streaming Ao Vivo</a>:</strong> fazer streaming ao vivo com o Backlot é agora tão fácil quanto colocar vídeo em um blog graças ao suporte nativo da Ooyala para streaming ao vivo. Os recursos de adaptação de banda, análises avançadas e distribuição (syndication) estão todos disponíveis também para streaming ao vivo.</li>
<li><strong><a title="Ooyala: Dispositivos Móveis" href="http://www.ooyala.com/videoplatform/mobile" target="_blank">Dispositivos Móveis</a>:</strong> a Ooyala suporta nativamente todos os dispositivos móveis mais usados. Graças aos códigos de incorporação (embed) inteligentes, o player da Ooyala pode entregar vídeos para o iPad e o iPhone sem a necessidade de aplicativos extras. Dispositivos Android e 3GP também são completamente suportados.</li>
<li><strong>Syndication Sofisticado:</strong> use os feeds <a title="Wikipedia: MRSS" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Media_RSS" target="_blank">MRSS</a> para distribuir o conteúdo em  sites de terceiros como o Yahoo e o YouTube ou para os seus próprios  parceiros. As ferramentas de distribuição permitem ainda a restrição de  audiência por domínios de acesso, região geográfica ou período de tempo.</li>
<li><strong>Transcodificação na Nuvem:</strong> a Ooyala embutiou no Backlot sua própria  nuvem de transcodificação capaz de fazer o ingest de mais de 15 formatos  diferentes para convertê-los para qualquer dispositivo suportados. A nuvem da Ooyala é capaz de converter mais  de 100 mil horas de vídeo por mês.</li>
<li><strong>Gerenciamento Dedicado de Contas:</strong> um dos orgulhos da Ooyala é possuir os melhores serviços de gerenciamento de contas e de consultoria dentre todas as plataformas de vídeo. As equipes da MktTV e da Ooyala ajudam os usuários a projetar e lançar soluções personalizadas para publicar vídeos com o maior impacto e sucesso possíveis.</li>
</ul>
<p>Além de ser uma ferramenta completa e avançada para o gerenciamento de vídeos online, o Backlot está completamente integrado ao MktTV MediaSpace. Deste modo, os usuários do MktTV MediaSpace podem publicar conteúdo na internet e para os principais dispositivos móveis do mercado com apenas três cliques. Depois de publicado no Backlot, o MktTV MediaSpace ainda toma conta do ciclo de vida do conteúdo, obtendo e atualizando constantemente os dados analíticos de audiência do conteúdo. Os gestores do conteúdo podem assim ter uma visão geral do acervo online para decidir as melhores estratégias e práticas de adequação e promoção dos ativos a serem publicados.</p>
<p>O Backlot é comercializado integralmente como serviço com pagamentos mensais adequados a cada volume de consumo de conteúdo. São três pacotes de serviço &#8211; Standard, Professional e Enterprise &#8211; com total liberdade de adaptação ao seu negócio. Cada pacote pode ser integrado às mais diferentes necessidades por meio do uso das inúmeras APIs disponíveis. Esses recursos possibilitam que desde projetos bastante simples, como colocar vídeos em um blog, até os mais complexos, como os de comunicação corporativa online, possam ser implementados com facilidade, eficiência e rapidez inigualáveis.</p>
<p>Se você ficou interessado, não perca tempo! Entre em <a title="Contato" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/contato">contato</a> com a gente agora e agende uma apresentação do Backlot da Ooyala.</p>
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		<title>Transcodificação é para robôs</title>
		<link>http://www.mkttv.net/flipfactory</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 06:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[codec]]></category>
		<category><![CDATA[ffmpeg]]></category>
		<category><![CDATA[flipfactory]]></category>
		<category><![CDATA[fluxos de ativo]]></category>
		<category><![CDATA[formato]]></category>
		<category><![CDATA[telestream]]></category>
		<category><![CDATA[transcoder]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora que você já está craque nos conceitos da gestão de acervos (aqui e aqui), posso pegar mais pesado. Vamos falar de transcoders de alta performance. De acordo com o que falei nos conceitos, um bom sistema DAM arquiva os ativos em qualidade de produção e, a partir dela, produz todos os demais formatos sob demanda, o que chamamos de proxy. Cada finalidade de um conteúdo (ir ao ar na TV, produção de legendas e closed caption, publicação no YouTube) <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/flipfactory"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_537" class="wp-caption alignleft" style="width: 244px"><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/mqs_transcoder.png" rel="lightbox[528]"><img class="size-full wp-image-537" title="Transcoder e Proxies no MktTV MediaSpace" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/mqs_transcoder.png" alt="" width="234" height="133" /></a><p class="wp-caption-text">Transcoder e Proxies no MktTV MediaSpace</p></div>
<p>Agora que você já está craque nos conceitos da gestão de acervos (<a title="Conceitos-Chave no Universo dos Acervos – Parte I" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-parte-i">aqui</a> e <a title="Conceitos-Chave no Universo dos Acervos – Parte II" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-%e2%80%93-parte-ii">aqui</a>), posso pegar mais pesado. Vamos falar de <a title="Proxy e Transcoder" href="http://mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-%E2%80%93-parte-ii/2">transcoders</a> de alta performance. De acordo com o que falei nos conceitos, um bom sistema DAM arquiva os ativos em qualidade de produção e, a partir dela, produz todos os demais formatos sob demanda, o que chamamos de proxy. Cada finalidade de um conteúdo (ir ao ar na TV, produção de legendas e <a title="Wikipedia: Closed Caption" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Closed_caption" target="_blank">closed caption</a>, publicação no YouTube) tem o seu proxy produzido quando ele é necessário. Isso evita o desperdício dos recursos de armazenamento e processamento, já que nem sempre um ativo será utilizado em todas as finalidades que o conteúdo possa ter.<br />
<span id="more-528"></span><br />
No <a title="Conheça o MktTV MediaSpace" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mediaspace">MktTV MediaSpace</a>, pelo menos um proxy é produzido na hora em que ocorre o ingest, ou ingest time. Trata-se do proxy de visualização. Você deve se lembrar lá dos <a title="Conceitos-Chave no Universo dos Acervos – Parte II" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-%e2%80%93-parte-ii">conceitos</a>, quando falo que os ativos na área de armazenamento nearline<em> </em>são apagados de acordo com algumas regras estabelecidas pelas políticas de retenção e guardados eternamente na área almost-nearline. Pois bem, quando os usuários estão pesquisando no acervo, eles usam os metadados para encontrar o ativo e o proxy de visualização para ter uma referência audiovisual do ativo original. Usar o ativo original seria um desperdício de recursos de transporte de informação, pois nesse momento o usuário quer apenas saber se o ativo &#8220;serve&#8221; para o ele precisa, mas ainda não decidiu usá-lo para alguma coisa.</p>
<p>Há muitas outras finalidades para o proxy de visualização: a decupagem (a atividade de descrever com palavras o que existe dentro de um vídeo) e a legendagem são algumas delas. Para todas essas atividades, o arquivo original do ativo simplesmente não é necessário. Pense: um usuário pode estar trabalhando no meio da floresta amazônica (isso é um caso real para nós) e com uma conexão à internet bastante limitada. Seria impossível enviar um arquivo gigante para essa pessoa. O que fazemos é enviar uma representação bem pequenininha para que este usuário possa trabalhar com mais velocidade no meio da floresta ou em qualquer outro lugar com acesso à internet.</p>
<p>Todo esse processo de geração de proxies é função do DAM, mas não é feita diretamente por ele. Entra em cena o transcoder, um serviço que faz parte da infraestrutura do DAM mas que normalmente roda em máquinas diferentes e, ao menos no caso do MktTV MediaSpace, é transparente para as pessoas que utilizam o sistema.</p>
<h5>Um Tarefa Complexa</h5>
<p>A transcodificação pode ser facilmente encarada como uma disciplina à parte no mundo do DAM. Existe todo um universo de assuntos tratados nessa disciplina que podem torná-la muito distante de uma coisa prática. Além disso, ela normalmente é muito intrusiva no cotidiano de quem produz conteúdo. <a title="Wikipedia: Comparison of container formats" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_container_formats" target="_blank">Formatos</a> e <a title="Wikipedia: Comparison of video codecs" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_video_codecs" target="_blank">codecs</a> são apenas a ponta do iceberg nesse universo.</p>
<p>Eu me deparo com bastante frequência nas diversas empresas que visitamos com a seguinte situação: existem os ativos no formato de produção com pouco ou nenhum gerenciamento e existem as finalidades de consumo para esses ativos. O caminho de um lado para o outro é 100% manual. Na verdade e por mais incrível que isso possa parecer, isso acontece hoje mesmo em algumas das grandes redes de televisão brasileiras!</p>
<p>Quando é preciso enviar um ativo para o YouTube por exemplo, um operador sai correndo para gravar um DVD que por sua vez vai para uma ilha de edição comum onde o arquivo é aberto. O operador então abre um software de conversão de vídeos (<a title="Wikipedia: Video Conversion Software" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Category:Video_conversion_software" target="_blank">existe</a> um montão deles por aí, pagos, gratuitos e como serviço) carrega o arquivo original, configura manualmente os formatos e inicia o processo de conversão. Depois de alguns minutos ou horas, dependendo da duração do arquivo original, ele tem um arquivo convertido que é então enviado para o seu destino final, mas não sem antes ter os seus metadados copiados e colados manualmente. Ou seja, um processo 100% manual.</p>
<p>Além da ineficácia inerente aos processos manuais repetitivos, o operador precisa conhecer pelo menos um pouco da parte técnica sobre configuração de codecs de áudio e vídeo, ou poderá produzir arquivos de péssima qualidade final. Uma outra desvantagem desse processo é que antes de chegar no formato final e bom para o YouTube, o vídeo original passou por pelo menos uma conversão intermediária para ser gravado no DVD. Cada uma dessas &#8220;gerações&#8221; causa perdas irrecuperáveis que são visíveis no produto final. Ou seja, lambança do começo ao fim.</p>
<h5>Mas e aí? O que fazer?</h5>
<p>Bom, essa é mais uma vantagem de um DAM de ponta como MktTV MediaSpace. Nele, os usuários precisam saber apenas para onde o ativo vai, onde ele será transformado em conteúdo. O usuário diz para o sistema: &#8220;Quero esse vídeo no YouTube&#8221;. É tudo que o MktTV MediaSpace precisa saber. O resto da conversa é entre computadores.</p>
<p>O MktTV MediaSpace vai entender essa ordem do usuário e enviar o arquivo <strong>original</strong> (veja bem, sem gerações intermediárias) para o transcoder. O transcoder vai receber uma ordem do MktTV MediaSpace para &#8220;gerar esse arquivo no formato esperado pelo YouTube&#8221;. Como o transcoder já foi configurado para gerar arquivos para o YouTube sempre de um determinado modo, ele simplesmente começa a trabalhar e devolve o resultado para o MktTV MediaSpace, que então fala com o YouTube e envia, junto com o arquivo final, metadados como título, descrição, palavras-chave ou qualquer outro que for determinado. Usuário feliz e consumidores idem.</p>
<p>É claro que num cliente típico do MktTV MediaSpace, a operação acima ocorre dezenas, não raro centenas de vezes ao dia. No momento em que escrevo esse artigo, um cliente nosso realiza, na média dos últimos 30 dias, 348 operações de ingest ou de publish <strong>por dia</strong> (por dia, meu caro! Não é por mês, não é por semana. É por dia!). Mas aí os rabugentos podem dizer: &#8220;Grandes coisas! Em maio de 2009 o YouTube já convertia <a title="Geek.com: YouTube growing with 20 hours of new video content per minute" href="http://www.geek.com/articles/news/youtube-growing-at-20-hours-of-new-video-content-per-minute-20090522/" target="_blank">216.000 vídeo por dia</a>&#8220;.  Mas o YouTube não faz isso com formatos de produção e com taxas de dados altíssimas (&gt;25Mbps). Sem contar que eles <a title="High Scalability: YouTube Architecture" href="http://highscalability.com/youtube-architecture">usam</a> &#8220;zilhões&#8221; de servidores para essa tarefa.</p>
<p>É impossível implementar um volume de operações desse em um fluxo manual como o que eu citei acima. Aí entram os transcoders de alto desempenho.</p>
<h5>FlipFactory: Formatos Abrangentes e Alto Volume de Processamento</h5>
<div id="attachment_535" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/flipfactory-overview.jpg" rel="lightbox[528]"><img class="size-medium wp-image-535" title="Visão geral do FlipFactory (clique para ampliar, ©Telestream)" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/flipfactory-overview-300x110.jpg" alt="" width="300" height="110" /></a><p class="wp-caption-text">Visão geral do FlipFactory (clique para ampliar, ©Telestream)</p></div>
<p>O MktTV MediaSpace está perfeitamente integrado ao <a title="Telestream FlipFactory" href="http://www.telestream.net/flipfactory/overview.htm" target="_blank">FlipFactory</a>, da <a title="Parceiros" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mkttv/parceiros">Telestream</a>. O FlipFactory é um transcoder profissional e de alto desempenho. Ele possui algumas características bastante interessantes:</p>
<ul>
<li>Suporte a mais de 120 formatos (inclusive os profissionais, de broadcast).</li>
<li>Integração direta com os principais sistemas DAM e de automação.</li>
<li>Configurações de factories (fábricas de transcodificação) apenas uma vez para a operação automática.</li>
<li>Usado em milhares de aplicações críticas para o negócio.</li>
<li>Suporta operações de transcodificação e fluxos de ativos.</li>
<li>Equipe de suporte mundial e que responde rapidamente.</li>
<li>Preços começam em US$ 5.495,00 (FOB).</li>
<li>Revendedor no Brasil (a Videodata, nossa <a title="Parceiros" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/mkttv/parceiros">parceira</a>).</li>
<li>E claro, a MktTV, que é a única empresa no Brasil especialista na instalação e configuração das funções mais avançadas do FlipFactory (balanceamento de carga e FactoryArray).</li>
</ul>
<p>O FlipFactory possui benefícios evidentes no que diz respeito aos formatos. Para os clientes que visam produzir e disponibilizar conteúdo na internet e dispositivos móveis, ele suporta todos os codecs mais utilizados mundo afora. Se esse for o seu caso, você pode seguramente ir com a versão <a title="FlipFactory New Media" href="http://www.telestream.net/flipfactory/flipfactory-new-media.htm" target="_blank">New Media</a> do FlipFactory, a mais barata do produto. Essa versão suporta inclusive o novíssimo codec WebM, lançado em maio desse ano pelo Google para ser uma alternativa de código aberto e livre de royalties a ser incorporada como padrão no HTML5 (saiba mais sobre essa pendenga <a title="Guia do Hardware: Debate sobre o codec de vídeo do HTML 5 volta a esquentar" href="http://www.guiadohardware.net/artigos/codec-video-html5/" target="_blank">aqui</a> e <a title="Guia do Hardware: Reações previsíveis ao WebM" href="http://www.guiadohardware.net/artigos/webm/" target="_blank">aqui</a>). O importante sobre isso é que com o FlipFactory New Media, você está preparado para os iPhones, iPads, Adroids, Maemos, Symbians, Flash e HTML do presente e também para o HTML5 e dispositivos do futuro.</p>
<p>Já os clientes do mundo broadcast (emissoras de TV) possuem três versões para escolher: NewMedia Broadcast, ProSD e ProHD. A <a title="FlipFactory New Media" href="http://www.telestream.net/flipfactory/flipfactory-new-media.htm" target="_blank">New Media Broadcast</a> aceita como entrada (decodificar apenas, ou somente leitura) os formatos de vídeo servidores proprietários mais conhecidos no mundo broadcast (360 Systems, Abekas, Avid, Grass Valley, Harris, Quantel, SeaChange, Sony e outros).</p>
<div id="attachment_536" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/flipfactory-pro.jpg" rel="lightbox[528]"><img class="size-medium wp-image-536" title="Visão geral do FlipFactory Pro (clique para ampliar, ©Telestream)" src="http://mkttv.net/wp-content/uploads/2010/08/flipfactory-pro-300x129.jpg" alt="" width="300" height="129" /></a><p class="wp-caption-text">Visão geral do FlipFactory Pro (clique para ampliar, ©Telestream)</p></div>
<p>Já as versões <a title="FlipFactory ProSD e ProHD" href="http://www.telestream.net/flipfactory/flipfactory-prosd-prohd.htm" target="_blank">ProSD e ProHD</a> podem decodificar e codificar (ler e gravar) os formatos dos vídeo servidores proprietários nas definições standard (ProSD) e high (ProHD). As versões Pro do FlipFactory também suportam as funções avançadas de balancemaneto de carga e o espelhamento de banco de dados para redundância e alta disponibilidade oferecida pelo FactoryArray. O nosso cliente que realiza o volume de operações citado acima utiliza três servidores FlipFactory ProHD e dois FactoryArray em sua infraestrutura. Esse projeto foi definido e implantado pela MktTV. Essas funções avançadas serão tema de um outro artigo que vou publicar depois aqui mesmo em nosso blog.</p>
<p>Independente da versão do FlipFactory que mais se adeque ao seu negócio, a velocidade de conversão é um outro benefício do produto. Dependendo dos formatos de entrada e saída dos ativos, o FlipFactory pode converter formatos até <a title="FlipFactory Benchmarks (PDF)" href="http://origin.telestream.net/pdfs/datasheets/FF_Benchmarks.pdf" target="_blank">8 vezes</a> (!) mais rápido que o tempo real. Isso significa que se o conteúdo a ser convertido tem uma hora de duração, o tempo total de conversão será de meros sete minutos e meio. Rápido, não é?</p>
<p>No Brasil, o FlipFactory está em uso em empresas como a TV Cultura, Globosat, TV TEM (afiliada da Rede Globo do interior paulista) e em nossos clientes Amazon Sat e Rede Amazônica de Televisão, este último também uma afiliada da Rede Globo que cobre cinco estados da região Norte. No mundo, a Telestream fornece o FlipFactory para <a title="FlipFactory Customers" href="http://www.telestream.net/flipfactory/customers.htm" target="_blank">clientes</a> como a BBC, Discovery Communications e ABC.</p>
<h5>Transcoder Para as Massas</h5>
<p>Apesar de estarmos certos de que a especialização e desempenho do FlipFactory sejam benefícios inquestionáveis para a maioria dos clientes do MktTV MediaSpace, reconhecemos que para muitos deles o custo da aquisição do FlipFactory pode tornar um projeto inviável.</p>
<p>Em função deste fato, estamos desenvolvendo uma solução baseada em um outro transcoder: o <a title="FFmpeg" href="http://ffmpeg.org/" target="_blank">FFmpeg</a>. De código aberto e gratuito, essa solução trará muitos dos benefícios daqueles disponíveis com o FlipFactory, mas terá um custo de implementação bem mais sedutor.</p>
<p>O FFmpeg também possui uma respeitável <a title="Wikipedia: FFmpeg Formats and Protocols Supported" href="http://en.wikipedia.org/wiki/FFmpeg#Codecs.2C_formats_and_protocols_supported" target="_blank">lista de formatos</a> que atende uma parte das necessidades de clientes que não dependam de formatos proprietários. Por ser um projeto de código aberto, a lista de formatos suportados pode ser estendida com relativamente pouco esforço e algum conhecimento técnico (que claro, nós possuímos).</p>
<p>O que o FFmpeg não suporta &#8211; e jamais o fará &#8211; são os formatos proprietários dos vídeo servidores e alguns outros formatos fechados. Isso ocorre porque esses formatos são frutos de anos de trabalho e milhões de dólares investido em pesquisa e desenvolvimento, além de todo um mercado estabelecido. Sendo o FFmpeg um projeto de código aberto, tudo o que for implementado nele é automaticamente disponibilizado para o público em geral. Não espere ver um fabricante de soluções proprietárias como a Sony abrindo seus segredos para a comunidade dessa forma. Se o seu negócio não exige essas restrições, então o FFmpeg pode sim ser uma alternativa viável para você.</p>
<p>O FFmpeg também é um transcoder bem rápido. Em alguns casos, ele pode até mesmo ser mais rápido do que o FlipFactory. Entretanto, ele não suporta as mesmas funções avançadas disponíveis no FlipFactory, especificamente falando, o balanceamento de carga.</p>
<p>A solução da MktTV para fábricas de transcodificação baseadas em FFmpeg estará pronta em breve. No momento oportuno, informaremos aqui mesmo a sua dipsoniblidade.</p>
<h5>Concluindo</h5>
<p>Seja com o FlipFactory, seja com o FFmpeg, o MktTV MediaSpace suporta fluxos com altos volumes, escaláveis e que atendam a todas as suas necessidades de conversão de formatos. O nosso objetivo é absorver todo o trabalho técnico e repetitivo inerente a essas funções para torná-las transparentes e intuitivas. Só assim os <em>homo sapiens</em> criativos poderão se preocupar apenas com aquilo que é realmente importante: criar conteúdo. Por que transcodificação, essa é para os robôs.</p>
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		<title>Conceitos-chave no universo dos acervos – parte II</title>
		<link>http://www.mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-%e2%80%93-parte-ii</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 02:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No artigo anterior, expliquei a origem da nomeclatura de DAM e os conceitos sobre ativos, metadados, conteúdo, fluxos de ativos e recursos. Nesta segunda e última parte, veremos quais são os conceitos de camadas de armazenamento e políticas de retenção, formatos, transcoder, poxy, tipo de agente, agente, fila e interface. Vamos lá. Camadas de Armazenamento e Políticas de Retenção No caso dos recursos de transporte de informações e de processamento, não há muito o que fazer a não ser monitorar <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-%e2%80%93-parte-ii"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a title="Conceitos-Chave no Universo dos Acervos – Parte I" rel="nofollow" href="http://mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-parte-i">artigo anterior</a>, expliquei a origem da nomeclatura de DAM e os conceitos sobre ativos, metadados, conteúdo, fluxos de ativos e recursos. Nesta segunda e última parte, veremos quais são os conceitos de camadas de armazenamento e políticas de retenção, formatos, transcoder, poxy, tipo de agente, agente, fila e interface. Vamos lá.<br />
<span id="more-513"></span></p>
<h5>Camadas de Armazenamento e Políticas de Retenção</h5>
<p>No caso dos recursos de transporte de informações e de processamento, não há muito o que fazer a não ser monitorar e controlar a quantidade de tarefas realizadas em paralelo para que esses recursos não trabalhem além de seus limites funcionais. Mas os recursos de aramazenamento são diferentes por uma razão bem simples: com pouca banda e pouco processamento, você não deixa de colocar ou tirar coisas novas do acervo. Mas se o espaço de aramazenamento acabar, sim. Tudo para se o disco está cheio.</p>
<p>Por isso, os recursos de armazenamento são dividos em camadas classificadas de acordo com a sua finalidade. Tendo como referência o sistema DAM em si, as camadas de armazenamento são:</p>
<ul>
<li><strong><em>Online</em>:</strong> é a área de armazenamento onde todo o conteúdo está prontamente disponível. A novela que vai para o ar no horário nobre está online quando ela está dentro do volume de armazemento do vídeo servidor, pronta para ser &#8220;tocada&#8221; depois do jornal. O vídeo sobre <em>fly fishing</em> está online quando ele está guardado e publicado no YouTube.</li>
<li><strong><em>Nearline</em>:</strong> é a área de armazenamento principal do acervo. É esta área que guarda os ativos do acervo <strong>com probabilidade de uso em um futuro próximo</strong> e dentro dela eles estão prontos para serem enviados para qualquer lugar onde possam ser consumidos, para virarem conteúdo. Num bom sistema DAM, como é o caso do MktTV MediaSpace, essa área só é acessada pelo sistema e ninguém tem acesso manual a ela. O armazenamento <em>nearline</em> normalmente é um disco grandão (conhecido como SAN ou NAS), mas sempre com capacidade limitada. Quando um conteúdo é &#8220;ingestado&#8221;, ele é guardado na área de armazenamento  <em>nearline</em> e imediatamente copiado para a área <em>almost-nearline</em>. Veremos a razão para que isso ocorra a seguir.
<ul>
<li><strong>Política de Retenção Local:</strong> Os ativos ficam na área de armazenamento nearline por um período pré-determinado de tempo, que é definido a partir do momento do ingest do ativo ou a partir do momento em que o ativo foi publicado (<em>published</em>) pela última vez, o que ocorrer por último. O processo que determina quando o conteúdo será apagado é conhecido como política de retenção e é outro conceito-chave em sistemas DAM.</li>
</ul>
</li>
<li><strong><em>Almost-nearline</em>:</strong> essa área tem características bastante especiais. Primeiro, ela armazena todos os ativos do acervo, novos, velhos, caducos e tudo o mais, sem importar se terá utilidade um dia não. Segundo, ela é a única área de armazenamento com capacidade virtualmente infinita. Terceiro, o custo de armazenamento nessa área é muito menor do que nas demais áreas. Normalmente, essa área de armaznamento é feito em fitas de dados (<a title="Wikipedia: LTO" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Linear_Tape-Open">LTO</a>) ou discos óticos (DVD, BluRay), que chamamos de volume. Quando um volume fica cheio, basta comprar um volume novo para aumentar a capacidade dessa área de armazenamento. Os equipamentos que implementam essa área de armazenamento são chamados de <em><a title="Wikipedia: Tape Library" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tape_library">tape library</a></em> (para as fitas) ou <a title="Wikipedia: Optical Jukebox" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Optical_jukebox">optical jukebox</a> (para discos óticos). Estes equipamentos são literalmente uma biblioteca com gavetas onde dezenas, centenas ou milhares de volumes podem ser depositados e são movimentados internamente por um ou mais braços robóticos. Por isso essa área leva o nome de <em>almost-nearline</em>: o volume dentro de uma gaveta está a um passo da área nearline e qualquer ativo dentro dele pode ser recuperado em questão de minutos. Esta área também é conhecida como serviço de armazenamento de longo prazo, ou LTSS na sigla em inglês.</li>
<li><strong><em>Offline</em>:</strong> a área de armazenamento <em>offline</em> nada mais é do que volumes dentro de um armário físico em uma sala da empresa, fora da <em>library</em>. Quando alguém solicita um ativo para publicá-lo em algum lugar, o sitema DAM primeiro verifica se o ativo está dentro da área <em>nearline</em>. Caso ele já tenha sido apagado pela política de retenção, então ele pergunta à <em>library</em> se o ativo está dentro de um dos volumes depositados dentro dela e, caso esteja, recupera daí. Caso o volume que contém o ativo solicitado não esteja dentro da library, então ele está offline e o sistema DAM envia um aviso ao operador para pegar o volume em questão e colocá-lo dentro da <em>library</em>, quando ele então passa a ser <em>almost-nearline</em>. E aí começa o processo de recuperação do ativo.</li>
<li><strong>Remoto:</strong> a área de armazenamento remoto é todo e qualquer computador acessível via rede (LAN, WAN ou internet) onde o DAM pode pegar arquivos para <em>ingest</em> ou fazer <em>publish</em> de conteúdo. Esta área não é gerenciada em termos de espaço físico pelo DAM, ou seja, ele não sabe quanto espaço em disco existe ou não nessa área. Entretanto, o DAM cuida dos arquivos retirados ou depositados nessa área por meio da política de retenção remota, que pode estar ou não ligada para cada área individualmente.
<ul>
<li><strong>Política de Retenção Remota:</strong> O DAM pode estar configurado para obter ou depositar conteúdo diversos de servidores remotos distintos, de alguns a milhares deles (pelo menos é assim com o MktTV MediaSpace). Uns só fazem <em>ingest</em>, outro só  <em>publish</em>, ou ambos. Quando um ativo é retirado ou colocado em um servidor remoto, o DAM pode apagar esse conteúdo depois de um período pré-determinado de tempo. Isso é útil por exemplo quando o volume de produção é grande e você não quer que seus produtores se preocupem em apagar o conteúdo manualmente depois do <em>ingest</em> ser concluído. O próprio DAM cuida disso e, caso a processo de ingest ou publish termine com sucesso, ele apaga o conteúdo remotamente depois de algum tempo enquanto o produtor está livre para trabalhar em outra coisa.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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		<title>Conceitos-chave no universo dos acervos – parte I</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 02:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos falar de muita coisa técnica em nosso recém-lançado blog. Para que todos aproveitem melhor os artigos que virão, a exposição de alguns conceitos não faz mal e sempre facilita muito o entendimento. Por isso, em nosso primeiro artigo &#8220;pra valer&#8221;, vou fazer uma breve descrição dos conceitos mais básicos relacionados a atividade de gestão de acervos, mais especificamente os acervos de coisas digitais, para nivelar o conhecimento de todos. MAM ou DAM? Vamos começar pela sigla que define toda <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/conceitos-chave-no-universo-dos-acervos-parte-i"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos falar de muita coisa técnica em nosso <a title="Sejam bem-vindos ao blog da MktTV!" href="/sejam-bem-vindos-ao-blog-da-mkttv">recém-lançado blog</a>. Para que todos aproveitem melhor os artigos que virão, a exposição de alguns conceitos não faz mal e sempre facilita muito o entendimento. Por isso, em nosso primeiro artigo &#8220;pra valer&#8221;, vou fazer uma breve descrição dos conceitos mais básicos relacionados a atividade de gestão de acervos, mais especificamente os acervos de coisas digitais, para nivelar o conhecimento de todos.<br />
<span id="more-484"></span></p>
<h5>MAM ou DAM?</h5>
<p>Vamos começar pela sigla que define toda a nossa atividade. Muitos a chamam de <em>Media Asset Management</em> (MAM, ou gestão de ativos de mídia). Eu não gosto deste termo porque o conceito de mídia é muito abrangente. Mídia é qualquer coisa que carrega uma informação. Uma embalagem de picolé é uma mídia. O palitinho do picolé idem, só que neste caso a informação é mais saborosa!</p>
<p>DAM é a sigla para <em>Digital Asset Management</em> (ou gestão de ativos digitais). Aqui limitamos o conceito de mídia: são <strong>apenas</strong> as digitais. Ainda assim é um bocado de mídia, mas é um universo muito mais específico do que qualquer mídia.</p>
<p>Há muita gente no mercado afirmando que MAM e DAM são siglas diferentes para a mesma coisa (veja um <a title="MAM e DAM são iguais? Hummm..." href="http://www.cinegy.com/jml/index.php/en/support-mainmenu-236/faq/4-Digital%20Asset%20Management/25-What%20is%20the%20difference%20between%20MAM%20and%20DAM.html">exemplo</a>). Eu não concordo com essa afirmação e você pode achar que isso seja purismo. Mas, como o <a title="Conheça o MktTV MediaSpace" href="/mediaspace">MktTV MediaSpace</a> e todos os demais serviços da MktTV só trabalham com as mídias do tipo digital, acho muito mais apropriado e correto a sigla <strong>DAM</strong>. Essa é a nomeclatura que utilizamos normalmente na MktTV e a que usamos para nos comunicar com nossos clientes e o mercado em geral. Tudo o que você ler daqui em diante fará referência a essa premissa: ativos digitais.</p>
<p>Agora, vamos aos conceitos.</p>
<h5>Asset (ou Ativo)</h5>
<p>Um ativo, em seu conceito mais amplo, é uma coisa que contém um significado que lhe dá importância. Por exemplo: a prova escolar do seu filho só é dele porquê o seu nome está escrito naquela folha de papel. Indo mais fundo, a prova só é uma prova porquê a folha de papel contém questões que dão a ela o significado de &#8220;prova&#8221;. Mais fundo ainda: a folha de papel só é isso porque você sabe o que é uma folha de papel. Os significados podem ser tangíveis (o nome do seu filho, as questões na prova) ou intangíveis (a idéia que você tem do que é uma filha de papel).</p>
<p>Um ativo digital é um conteúdo com significado. A sua câmera digital, para citar um exemplo prático, grava as fotos com nomes esquisitos, algo do tipo P1040086.JPG. Se essa foto contém uma imagem do seu filho exibindo a prova escolar com uma super cara de alegria por ter tirado nota boa, o nome dessa foto não traz essa informação. Você só vai saber o que a foto contém se efetivamente olhar para ela. E para isso, você precisa abrir o arquivo.</p>
<p>Mas o que acontece quando você tem milhares de fotos em seu computador? Provavelmente nada. Com milhares de fotos guardadas sem nenhuma referência do que elas significam, você jamais vai encontrar a foto do seu filho novamente. Nem ela e nenhuma outra, a não ser por acaso e quando não está procurando por ela. Para resolver esse problema, existem os metadados.</p>
<h5>Metadados</h5>
<p>Metadados são dados sobre dados. Seguindo o exemplo acima, uma foto é um conjunto de informações, ou seja, dados. Os metadados sobre uma foto são a data em que ela foi tirada, as caracterísitcas técnicas da foto (abertura, velocidade do obturador, com ou sem flash etc) <strong>mais</strong> as coisas que nós, humanos, podemos dizer sobre a imagem que vemos: título, descrição, palavras-chave, lugar, nomes de pessoas. Todo esse conjunto de informações dão significado à foto. Com esses dados sobre a sua foto, anos depois de te-la feito, você vai no seu computador e pesquisa por &#8220;foto do pedrinho com a prova na mão&#8221;. E ela aparece.</p>
<p>Ainda sobre metadados, eles podem ser de dois tipos: passivos e ativos. Metadados passivos são aqueles que agentes não humanos (câmeras fotográficas ou de vídeo, sistemas de captação, vídeo servidores, softwares de edição) inserem nos arquivos. Eles normalmente contém informações técnicas sobre os arquivos (resolução, duração, data de gravação e muitos outros). Os metadados ativos são aqueles provenientes da ação de um <em>homo sapiens</em>, esse ser que pensa e age de um modo que computadores *ainda* não conseguem fazer.</p>
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		<title>Sejam bem-vindos ao blog da MktTV!</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 04:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Deny Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inauguramos o nosso blog! Um espaço institucional onde falaremos de diversos assuntos relacionados às atividades da MktTV: gerenciamento de conteúdo nos meios de broadcast e de novas mídias (internet e mobile), tecnologias de armazenamento, transporte e processamento de informações, desenvolvimento, tendências e áreas correlatas, além de anúncios corporativos para o público em geral. Esperamos também fazer dessa nova ferramenta um lugar para que a comunidade de clientes e interessados pelos assuntos acima possam encontrar informações relevantes e úteis para o <a class="excerpt-link" href="http://www.mkttv.net/sejam-bem-vindos-ao-blog-da-mkttv"> Leia Mais...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Inauguramos o nosso blog!</strong> Um espaço institucional onde falaremos de diversos assuntos relacionados às atividades da MktTV: gerenciamento de conteúdo nos meios de broadcast e de novas mídias (internet e mobile), tecnologias de armazenamento, transporte e processamento de informações, desenvolvimento, tendências e áreas correlatas, além de anúncios corporativos para o público em geral.</p>
<p><span id="more-477"></span></p>
<p>Esperamos também fazer dessa nova ferramenta um lugar para que a comunidade de clientes e interessados pelos assuntos acima possam encontrar informações relevantes e úteis para o seu cotidiano. Consideramos a nossa área fascinante, mas pouco servida de informações que agreguem valor à vida de empresas e profissionais da área. Este é o meio que encontramos de ajudar a preencher essa lacuna.</p>
<p>Este blog é feito para vocês: clientes, entusiastas ou qualquer pessoa interessada nos caminhos que o conteúdo percorre até chegar aos consumidores. Da câmera à TV, das ilhas de edição até a internet e celulares mundo afora. Por isso, disponibilizamos em nosso blog diversas ferramentas para compartilhamento do conteúdo que você encontrar aqui. Use-as sem moderação!</p>
<p>Para aproveitar a viagem, promovemos ainda melhorias significantes em todo o nosso site. Melhoramos o layout e a navegação, facilitamos a leitura, nos preocupamos com a acessibilidade e incorporamos novas ferramentas. Navegue a vontade e veja as novidades. E se você nunca esteve por aqui, sem problemas. Você já vai encontrar um site cuidadosamente feito para ser fácil de navegar e encontrar a informação que você precisa.</p>
<p>Seja muito bem-vindo, acompanhe as novidades e aproveite! Muita coisa legal vai aparecer por aqui. ;)</p>
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